Compreender o TDAH como uma condição do neurodesenvolvimento, reconhecendo suas manifestações em diferentes fases da vida e em perfis clínicos diversos; realizar uma investigação diagnóstica estruturada, integrando história longitudinal, funcionalidade, contexto de vida, escalas e informações complementares; diferenciar o TDAH de transtornos psiquiátricos, alterações do sono, trauma, uso de substâncias e condições clínicas que podem produzir sintomas semelhantes; reconhecer comorbidades e populações que exigem atenção específica, estabelecendo prioridades clínicas e uma sequência terapêutica adequada a cada caso; construir e monitorar planos terapêuticos individualizados, combinando farmacoterapia, psicoeducação, intervenções comportamentais, adaptações ambientais e mudanças no estilo de vida; e acompanhar a evolução do paciente com base em metas clínicas e funcionais, produzindo registros, relatórios e orientações com clareza, responsabilidade ética e fundamentação clínica.
