Enamed 2025: Essas notas não nos representam

A Faculdade São Leopoldo Mandic, com mais de 30 anos de trajetória e 13 anos de dedicação ao curso de Medicina, reafirma seu compromisso com a transparência e a qualidade acadêmica. Diante da recente divulgação dos resultados do ENAMED 2025, reiteramos que os números apresentados não refletem a qualidade do nosso ensino, mas sim as falhas de governança e a confusão informacional que marcaram este processo em nível nacional

Histórico de Excelência Comprovada

Os resultados do Enamed mostram-se contraditórios quando contrastados com outros indicadores que atestam a excelência da São Leopoldo Mandic, o que demonstra que um recorte pontual e sem abrangência sobre todos critérios que avaliam qualidade de ensino – instituídos pelo próprio Ministério da Educação – cria um cenário incompleto e inconclusivo.
Entre os reconhecimentos que recebemos, destacam-se:

  • Liderança no IGC: há mais de 15 anos consecutivos é considerada uma das dez melhores instituições de ensino do país com nota máxima (5) no MEC, atestando a excelência de nosso corpo docente, infraestrutura e projeto pedagógico.
  • Referência Nacional (Sinaes): Classificada como a 13ª melhor instituição de ensino do país no último ranking global.
  • Top 10 no Ranking Universitário Folha (RUF) 2025: 3º melhor faculdade particular de medicina de SP e a 8ª melhor do Brasil (RUF 2025).
  • Guia Quero Estadão: considerada uma das melhores Faculdades de Medicina pelo Guia Quero Estadão em 2024 e 2025.

Falhas na Governança do Exame e Fragilidade Metodológica

O processo de governança do Enamed apresenta lacunas regulatórias e procedimentais críticas. A divulgação inconsistente dos critérios de avaliação, admitida
pelo próprio INEP, conforme publicado no Jornal O Globo, (https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/noticia/2026/01/20/inep-reconhece-erro-em-dados-previos-do-enamed-e-abre-prazo-para-recurso-de-faculdades.ghtml) resultou em disparidades informacionais entre as Instituições de Ensino Superior (IES) e a mídia, comprometendo a credibilidade do exame. Esse cenário motivou contestações judiciais, como a ação da Associação Nacional das Universidades
Particulares (Anup) contra as sanções do MEC, também reportado pelo Jornal (https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2026/01/20/associacao-de-universidades-volta-a-entrar-na-justica-contra-enamed-e-sancoes-anunciadas-pelo-mec.ghtml). Além das falhas de gestão, identificamos limitações estruturais que invalidam o uso do
Enamed como indicador isolado de qualidade. Destacam-se os seguintes pontos:

  1. Descompasso Pedagógico: Os temas abordados divergiram da matriz acadêmica exigida pelo próprio MEC, criando uma contradição regulatória.
  2. Divulgação Tardia: O conteúdo programático e os critérios de avaliação foram apresentados apenas 90 dias antes da prova, prejudicando o planejamento acadêmico.
  3. Contexto da Unidade Araras: Nossos alunos realizaram o exame no 11º período, antes de concluírem a totalidade dos conteúdos avaliados, o que compromete a fidedignidade do resultado.
  4. Viés de Engajamento: O ponto mais crítico é a ausência de impacto acadêmico individual para o aluno na data da prova. Sem consequências para a “não proficiência” comunicadas previamente, a maioria dos estudantes optou por deixar a sala no tempo mínimo permitido. Dados estatísticos internos confirmam uma correlação direta entre o tempo de permanência em sala e a nota final, provando que o resultado reflete um comportamento de adesão momentânea,
    e não a real capacidade técnica de nossos futuros médicos. Diante deste cenário que marcou a primeira edição do exame, fica claro que diversas melhorias precisam ser realizadas e que os resultados obtidos não refletem e nem podem representar a real capacidade técnica dos alunos nem a qualidade acadêmica da
    instituição.

Compromisso com a Qualidade

A São Leopoldo Mandic defende a avaliação externa como ferramenta de melhoria contínua. Contudo, considera tecnicamente inadequado rotular cursos consolidados
com base em um exame de baixo impacto individual e falhas estruturais.

Reiteramos que a instituição já está mobilizando todos os recursos administrativos e jurídicos cabíveis para assegurar a correção dos fatos, garantindo que nem nossos
alunos, nem a reputação de nossa marca, sejam prejudicados por avaliações metodologicamente frágeis.

Nosso compromisso com uma formação médica de excelência é inegociável, e é isso que nos mantém, há anos, no topo do ensino superior brasileiro.

Atenciosamente,

Grupo Mandic.

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